segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Chega logo 2013.
E que me traga muita paz. Sorte nas tentativas de brilhar. Distância daquilo que me faz mal. Um amor que valha a pena confiar. Um corpo esbelto. Aquela câmera fotográfica. O ombro amigo. Um pacote infinito de lenços descartáveis. Coragem pra terminar esse enrosco. Alegria pra sumirem as rugas de sofrimento. Estomago pra vencer o estresse. Amor pra matar o tédio. Leveza pra matar a vingança. Saúde mental pra matar a crise. Voz pra dizer sim. Goela pra dizer chega. Dinheiro pra deixar o riso menos tenso. Tempo pra comer e amar. Saúde, amigos, pazes, perdoes, surpresas, presentes, alegria e, claro, inspiração!
domingo, 23 de dezembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Para aqueles que não são.
Se montou e foi viver o que imaginou.
Teve crises que não existiam,
se emocionou com o que não viu,
perdeu o que não tinha.
Saiu da armação pequena,
largou a calça jeans.
Queimou suas calcinhas,
fez das camisetas remendo.
A flanela lhe caiu bem,
menos o som que também te desagrada.
Gastou uma fortuna de saúde,
pra ser hoje esse nada.
Biscoito de vento,
Ctrl C, Ctrl V.
Te chamo de sombra,
de alguém que não se vê.
Teve crises que não existiam,
se emocionou com o que não viu,
perdeu o que não tinha.
Saiu da armação pequena,
largou a calça jeans.
Queimou suas calcinhas,
fez das camisetas remendo.
A flanela lhe caiu bem,
menos o som que também te desagrada.
Gastou uma fortuna de saúde,
pra ser hoje esse nada.
Biscoito de vento,
Ctrl C, Ctrl V.
Te chamo de sombra,
de alguém que não se vê.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Quem Eu Amo Hoje.
Não me julgues louca ou insensível
Se o coração em mim não manda.
Calo minha boca ao falar de amor,
Suo as mãos ao pensar nessa solidão compartilhada,
Que não é triste nem vazia, não é como amor ou compaixão.
Se enquadra no amor de uma noite só,
Na história efêmera de amar enquanto deve.
Um amor fênix, onde o fogo é o álcool e as cinzas a ressaca.
Se conseguires entender o que se passa
Talvez meu semblante mude.
É duro ser culpada por não amar,
Quando sei que sou eu quem vive o amor!
Se o coração em mim não manda.
Calo minha boca ao falar de amor,
Suo as mãos ao pensar nessa solidão compartilhada,
Que não é triste nem vazia, não é como amor ou compaixão.
Se enquadra no amor de uma noite só,
Na história efêmera de amar enquanto deve.
Um amor fênix, onde o fogo é o álcool e as cinzas a ressaca.
Se conseguires entender o que se passa
Talvez meu semblante mude.
É duro ser culpada por não amar,
Quando sei que sou eu quem vive o amor!
O Que Basta?
Andei muito tempo sozinha nesses ultimos meses por vontade propria. As vezes, penso que sinto vontade de ter alguem do meu lado pra me apoiar, acelerar meu processo de autoconhecimento, dizer que acordei linda e que sou muito, muito foda.
Mas esse pensamento sai da minha cabeça quando penso que ja tenho tudo isso, soh me basta valorizar esses simples momentos sem pirar pelo medo de ficar sozinha.
Não sei direito o que eu queria postar.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Como se sai de casa.
Tenho acordado sem muitas vontades. Vou ao banheiro e mato uma, volto pra cama e imagino a outra. O céu cinza me faz lembrar de casa, da época da vaca gorda, da escola ao lado de casa e da minha antiga competência acadêmica.
A falta de rotina me deixa bitolada, me tirou o sono de semana passada, a vontade de comer nessa semana e a coragem de fazer planos. Até mesmo os planos de curto prazo.
Mente vazia, oficina do diabo. Se for verdade, já tem apresentação marcada dessa oficina, sem data pra sair de cartaz. Se existe diabo, é ele quem suja minha louça, meu chão e minha roupa. Minha casa está um caos que eu cansei de arrumar, de amar.
Não querer sair de casa já fez aniversário, quase dois meses me excluindo do mundo, fugindo dos abraços que tem me parecido forçados e correndo dos meus compromissos. Incontáveis as vezes que saí de casa e não passei da esquina.
A 'não vontade' das coisas me força agora a parar o texto por aqui.
A falta de rotina me deixa bitolada, me tirou o sono de semana passada, a vontade de comer nessa semana e a coragem de fazer planos. Até mesmo os planos de curto prazo.
Mente vazia, oficina do diabo. Se for verdade, já tem apresentação marcada dessa oficina, sem data pra sair de cartaz. Se existe diabo, é ele quem suja minha louça, meu chão e minha roupa. Minha casa está um caos que eu cansei de arrumar, de amar.
Não querer sair de casa já fez aniversário, quase dois meses me excluindo do mundo, fugindo dos abraços que tem me parecido forçados e correndo dos meus compromissos. Incontáveis as vezes que saí de casa e não passei da esquina.
A 'não vontade' das coisas me força agora a parar o texto por aqui.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Dethalhes.
É o êxtase do sexo com o cheiro de cigarro impregnado no quarto.
As mãos trêmulas, ainda bobas, procuram a garrafa d’agua esquecida no chão. O
cabelo grudado na cara atrapalha olhar as horas, mas o tempo praquilo não tem hora.
Por convenção ela se veste e vai lavar o rosto, a luz do dia a repele. A
certeza do incerto é a base, a sinceridade e a impulsividade são a liga.
A
liberdade de acordar amanhã e ir embora sem ter que fugir ou faltar com a educação
de não aceitar um café faz o imã da cama funcionar. As cores de Nanã acalmam os
olhos, e a leveza do sentir preenche a alma, que ficou vazia de tanto dar amor.
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