domingo, 6 de novembro de 2011

Mesmo me olhando pouco nos olhos,
eu entendi.
É isso, não é? Não tem mais nada aí.

Nem pedaço, nem cheiro.
Deve carregar apenas uma lembrança,
ligeira lembrança.

Ainda assim, lembrança de como era,
de como eu era.
De como eu decidi não querer ser.

4 comentários:

Gabriel Gomez disse...

Como sempre, as inspirações andam fluindo bem e os textos só melhorando, heim... Espero que o sujeito poético não ande se confundindo com a End
Beijos! ;*

enD disse...

Será que existe uma forma de não se confundir, hein? Hein? haha

Gabriel Gomez disse...

Podia ter, né!? Ossos do ofício, sem sofrimento não tem sobre o que escrever

enD disse...

Exatamente!!