domingo, 17 de março de 2013

Amarga vida.

E a cabeça, que vivia limpa, se encheu do gosto ruim que é a amargura. Não se trata de infelicidade, só do desejo de não ficar mais sozinha, mesmo quando em multidão. Os olhos se enchem de água por pensar que o amigo mais proximo está infeliz e inseguro. É egoista pensar assim, mas também é egoista não pensar em nada.

O tempo resolve! Mas quanto tempo a gente tem? É incerto demais deixar tudo pro tempo curar. Os dias desse tempo são lentos, são pesados, nos deixam acumular lenços e mais lenços de lágrimas.


Maldito mundo paralelo que nunca vi! Nem a roça, nem o mato. Nem a margarida me renovou. Amarga. Adoça, vida.

Um comentário:

Rangel Goulart Cabral disse...

Foooda. Me identifiquei ^^