terça-feira, 17 de setembro de 2013

Perdido em um caderno, o pessimismo do passado, hoje intitulado de ERRO poético.

"Desacredito no único, na única, no desejo em comum de estar junto, incomum sensação pro outro, comum sensação pra mim, nessa via de mão única no carinho, no querer, na ligação do corpo. As nossas músicas não eram nossas, tinha mais gente no nosso, no meu que você não vivia, não viu. Mudei, envelheci de dentro pra fora. Me magoei com a falta de tato, de luta pela causa [que só eu via razão]. Pra você existiam várias delas e pra mim, a causa era você...  que continuou sendo [do sofrimento], mentindo. Com tristeza eu me curei, esqueci os erros cancerígenos, tornei o nós em um novo eu [sem fé em outros nós]. Olhar duro, sem expressão. Cabeça cheia do vazio da angústia, desacreditada. Como sem sentir o gosto, bebo sem sede, ando pra não minguar, converso pra não emudecer, nem perecer. Acredito unicamente na intensidade das coisas que vivo, razão do meu penar e, principalmente, do meu amar, meu amor."

3 comentários:

Jimmy Nicacio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jimmy Nicacio disse...

na verdade é o gui, mas entrou no perfil do jimmy, ;)

Asa Pequena disse...

!