Ê encosto danado!
Me fez deixar poesia de lado,
pra curar o mau olhado.
Nem pra me livrar o domingo,
que de santo só tem nome,
pra eu fumar um cachimbo.
Levou o fumo, trouxe o marimbondo,
que além de me judiar,
deixou um calombo.
Ê encosto maldito!
Faça da minha prosa uma praga,
pra que teu cavalo empine,
e tua roça seja queimada!
domingo, 17 de março de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Para Kalu.
Peito pé mão e bunda.
A maldita bunda.
Que cega, que coça,
que aperta, que senta.
Oh bunda.
Que com um pé cega o peito,
que com a mão se aperta,
e no nosso coração senta.
Com cara de bunda expele,
mas só com ela, acende.
Benditas sejam as bundas,
moles, pequenas e vadias.
---
Poema sobre bundas para você. Gosto delas e ainda mais dessa coisa loira e elétrica! À você, todas as poesias já feitas no mundo. Soh as relações conflituosas têm futuro, o nosso já está garantido.
A maldita bunda.
Que cega, que coça,
que aperta, que senta.
Oh bunda.
Que com um pé cega o peito,
que com a mão se aperta,
e no nosso coração senta.
Com cara de bunda expele,
mas só com ela, acende.
Benditas sejam as bundas,
moles, pequenas e vadias.
---
Poema sobre bundas para você. Gosto delas e ainda mais dessa coisa loira e elétrica! À você, todas as poesias já feitas no mundo. Soh as relações conflituosas têm futuro, o nosso já está garantido.
Te amo, Kaluaná. (soou lésbico, mas quem se importa?)
Não tem mais lágrima,
nem fim do mundo.
Não tem amor,
nem o brilho intenso no meu olho.
Tem silêncio e apreensão,
medo dos nomes trocados,
da explicação,
de pegar nas mãos.
Já aconteceu d'eu amar,
me jogar de cara.
Durou um dia,
talvez dois.
As dores de cabeça,
os 'em cima do muro',
e a falta de coragem pra viver intensamente explicam,
que a amizade no peito pulsa.
nem fim do mundo.
Não tem amor,
nem o brilho intenso no meu olho.
Tem silêncio e apreensão,
medo dos nomes trocados,
da explicação,
de pegar nas mãos.
Já aconteceu d'eu amar,
me jogar de cara.
Durou um dia,
talvez dois.
As dores de cabeça,
os 'em cima do muro',
e a falta de coragem pra viver intensamente explicam,
que a amizade no peito pulsa.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Pechinchando a vida.
Pra sair de casa devo sempre ter motivos.
Às vezes não saio, não costuro,
porque não tenho incentivo.
Ser artista é insuportável,
seja aquele de revista ou esse da imaginação,
porque a arte é imensurável.
Não existe forma de viver de arte
se você não está disposto a pechinchar a vida.
Mostrar que até seu ócio faz parte.
Se ninguém valorizar a obra,
ele morre de fome com a arte.
O estômago do artista também cobra.
Deviam ser revertidos o elogios em dinheiro,
'parabéns' e 'bela ideia' seriam as moedas,
incentivos e abraços tirariam do atoleiro.
Bendito aquele artista que banca suas ideias,
que tem amigos e família pra encher galerias,
e que faz da sua cabeça uma eterna odisseia.
Às vezes não saio, não costuro,
porque não tenho incentivo.
Ser artista é insuportável,
seja aquele de revista ou esse da imaginação,
porque a arte é imensurável.
Não existe forma de viver de arte
se você não está disposto a pechinchar a vida.
Mostrar que até seu ócio faz parte.
Se ninguém valorizar a obra,
ele morre de fome com a arte.
O estômago do artista também cobra.
Deviam ser revertidos o elogios em dinheiro,
'parabéns' e 'bela ideia' seriam as moedas,
incentivos e abraços tirariam do atoleiro.
Bendito aquele artista que banca suas ideias,
que tem amigos e família pra encher galerias,
e que faz da sua cabeça uma eterna odisseia.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Chega logo 2013.
E que me traga muita paz. Sorte nas tentativas de brilhar. Distância daquilo que me faz mal. Um amor que valha a pena confiar. Um corpo esbelto. Aquela câmera fotográfica. O ombro amigo. Um pacote infinito de lenços descartáveis. Coragem pra terminar esse enrosco. Alegria pra sumirem as rugas de sofrimento. Estomago pra vencer o estresse. Amor pra matar o tédio. Leveza pra matar a vingança. Saúde mental pra matar a crise. Voz pra dizer sim. Goela pra dizer chega. Dinheiro pra deixar o riso menos tenso. Tempo pra comer e amar. Saúde, amigos, pazes, perdoes, surpresas, presentes, alegria e, claro, inspiração!
domingo, 23 de dezembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Para aqueles que não são.
Se montou e foi viver o que imaginou.
Teve crises que não existiam,
se emocionou com o que não viu,
perdeu o que não tinha.
Saiu da armação pequena,
largou a calça jeans.
Queimou suas calcinhas,
fez das camisetas remendo.
A flanela lhe caiu bem,
menos o som que também te desagrada.
Gastou uma fortuna de saúde,
pra ser hoje esse nada.
Biscoito de vento,
Ctrl C, Ctrl V.
Te chamo de sombra,
de alguém que não se vê.
Teve crises que não existiam,
se emocionou com o que não viu,
perdeu o que não tinha.
Saiu da armação pequena,
largou a calça jeans.
Queimou suas calcinhas,
fez das camisetas remendo.
A flanela lhe caiu bem,
menos o som que também te desagrada.
Gastou uma fortuna de saúde,
pra ser hoje esse nada.
Biscoito de vento,
Ctrl C, Ctrl V.
Te chamo de sombra,
de alguém que não se vê.
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